Conversando, questionando e refletindo percebi que como eu, muitas pessoas tem ansiedades, dúvidas e questionamentos que parecem pertinentes no momento, mas por medo do papel ridículo, ou da exposição, ou da crítica resolvem calar. Porém, seriam questões interessantes a serem debatidas e que poderiam levar a conclusões que nos tornassem pessoas melhores ou mais críticas, menos influenciável pela massa.
Pensando nisso, pensando em reflexões que gostaria de fazer, ou que foram feitas para mim e não encontrando um meio interessante de escrever, resolvi criar uma personagem chamada Carla.
Carla apenas porque gosto do nome. Pensei em histórias atemporais, não sequenciais, de maneira que possam ser lidas conforme a atração do título, e que possam não ser lidas se o título não atrair, sem impedir que outra seja. Serão assuntos oras triste, oras polêmicos, oras felizes, narrados em terceira pessoa para me eximir da “pessoalidade” serão maneiras de pensar que não refletem necessariamente minhas ideias, mas refletem ideias de alguém que conheço ou que eu acho pertinente colocar em discussão.
Para facilitar Carla não tem descrição física nem idade definida, pode aflorar no seu imaginário conforme vai lendo o texto de maneira natural e pode também ter várias faces, várias idades, pode inclusive ser várias Carlas, mas espero com sinceridade que em algum momento Carla seja você, pode inclusive ser Carlos.

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