Não me atrevo a tentar definir o amor, não consigo sequer transmitir em palavras o que sinto. Toda vez que tento, fico reticente, achando que no meu limitado e insignificante vocabulário não há nenhuma palavra que expresse o sentimento sublime que tenho. Essa busca pela definição, ou apenas pela expressão na intensidade real do que sinto me gera uma ansiedade. Uma ansiedade sem sentido, afinal o amor que sinto, só eu sinto e para mim não precisa de definições, pois está na alma, na pele. Mas vejo o outro tentando também definir, expressar, com menos palavras do que eu, é claro, o sentimento que lhe aquece o coração. Me sinto cúmplice porque não consigo saber o que ele sente, como sente, de que maneira sente, mas me entrego ainda assim, de olhos fechados, na confiança de que o que quer que seja que vem dele é tão sincero e intenso quanto o que vem de mim. E a cumplicidade aumenta quando percebo a entrega pura, sincera e desapegada com que abre sua vida para mim. Depois disso, me sinto deusa, deusa do amor, da felicidade intensa, que tem como cúmplice uma alma pura que me ensinou o sentido de ser unidade e amar ao mesmo tempo.

Isso que nao conseguia explicar, imagina so se conseguisse. Para mim esta muito claro o que sentiu se sente, ou seja, ama sem reservas, perfeito. Parabéns Jaque, continue sendo verdadeira.
ResponderExcluirCurti, falou pouco, mas se expressou bem. Te Amo mais ainda. Você é especial.
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